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<title>A xafarica</title>
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esta é a xafarica do marocas, aberta ao público em 8.11.2004, façam o favôr de espreitar, comentar e serem felizes    
  
 
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<copyright>Copyright 2009</copyright>
<lastBuildDate>Thu, 26 Nov 2009 17:50:51 -0200</lastBuildDate>
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<title>JÁ NÃO SOU VIRGEM...</title>
<description>JÁ NÃO SOU VIRGEM... A família jantava tranquilamente quando, de repente, a filha de 12 anos comenta: -Tenho uma má notícia. Já não sou virgem! Sou uma vaca! E começa a chorar convulsivamente, com as mãos no rosto. Silêncio sepulcral na mesa! De repente, começam as acusações mútuas: - Estava-se mesmo a ver! - diz o marido à mulher. É por te vestires como uma puta barata e arregalares o olho ao primeiro imbecil que vês na rua. Claro que isto tinha que acontecer, com o exemplo de mãe que a menina vê todos os dias! Vai daí o pai aponta também para a outra filha, de 25 anos - E tu também, que ficas no sofá a lamber aquele palhaço do teu namorado que tem é pinta de chulo, na frente da menina? A mãe não aguenta mais e grita: - Ai é?!... E quem é o idiota que gasta metade do ordenado com putas e se despede delas à porta de casa? Ou pensas que eu e as meninas somos cegas? E, ainda por cima, que belo exemplo dás desde que assinas esta maldita TV cabo, passas todos os fins-de-semana a ver pornografia de quinta categoria e depois acabas na casa de banho com gemidos e grunhidos? Desconsolada e à beira de um colapso, com os olhos cheios de lágrimas e a voz trémula, a mãe pega na mão da filhinha e pergunta-lhe baixinho: - E como é que isso aconteceu, minha filha? Entre soluços, a menina responde: - A professora tirou-me do Presépio! A Virgem agora é a Luísa. Eu vou ser a vaca! ops...</description>
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<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 17:50:51 -0200</pubDate>
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<title>LOIRAS</title>
<description>Um homem cego entra num bar de lésbicas por engano. Cuidadosamente batendo com a bengala, chega até ao balcão, pede uma cerveja, de seguida vai sentar-se a uma mesa e grita para o barman: - Eh, tu aí! Gostavas de ouvir uma anedota sobre loiras? Faz-se um silêncio total no bar e com uma voz grave, profunda e áspera, a mulher que está sentada junto a ele diz-lhe: - Antes de contar essa anedota, senhor, e tendo em conta a sua deficiência física que o impede de ver, creio que é justo que o advirta de 5 coisas: a barman é uma mulher loira; o porteiro do bar é uma loira que, tal como eu, pesa 80Kg e é cinturão negro de karaté; a mulher que está comigo é polícia e é loira e a senhora que está sentada do outro lado é lutadora de luta livre e também é loira. Agora pense cuidadosamente se ainda quer contar essa anedota sobre loiras !!!! O cego pensa durante alguns segundos, maneia a cabeça e returque: _Nãã. já não conto. Não estou para explicar a história 5 vezes....</description>
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<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 20:13:34 -0200</pubDate>
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<title>A LOIRA E OS MOSQUITOS</title>
<description>A LOIRA E OS MOSQUITOS Uma loira chegou a um hotel em Luanda e, como estava muito calor, abriu a janela. Só que começaram a entrar vários mosquitos. Então, ela ligou para a recepção e reclamou: - Boa noite, estou com muito calor e com a janela aberta, vários mosquitos entraram no meu quarto e estão-me a incomodar. - Se a Senhora desligar as luzes do seu quarto eles vão-se embora, disse-lhe o recepcionista. Ela fez o que ele disse e realmente os mosquitos desapareceram. Depois de um tempinho, começaram a entrar vários pirilampos e então ela voltou a reclamar para a recepção. O recepcionista perguntou: - Mas o que foi agora? Ela responde: - Não resultou! Os mosquitos voltaram com lanternas! Ops!!!...</description>
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<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 12:36:14 -0200</pubDate>
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<title>APOIO DE ADVOGADA</title>
<description>Apoio da Advogada Um chefe da Máfia descobriu que o seu contabilista tinha desviado milhões de dólares da caixa. O contabilista era surdo, por isso fora admitido, pois nada poderia ouvir e, em caso de um eventual processo, não poderia depor como testemunha. Quando o chefe lhe foi dar um aperto sobre os milhões em falta, levou a advogada, que sabia a linguagem de sinais dos surdos-mudos. O chefe perguntou ao contabilista: - &quot;Onde estão os 10 milhões que desapareceram?&quot; A advogada, usando a linguagem dos sinais, transmitiu a pergunta ao contabilista, que logo respondeu (em sinais): - &quot;Eu não sei do que é que vocês estão a falar.&quot; A advogada traduziu para o chefe: - &quot;Ele disse não saber do que se trata.&quot; O mafioso sacou uma pistola e encostou-a testa do contabilista, gritando: - &quot;Pergunte-lhe de novo.&quot; A advogada, sinalizando, disse ao infeliz: - &quot;Ele vai-te matar se não disseres onde está o dinheiro.&quot; O contabilista sinalizou em resposta: - &quot;OK, vocês venceram, o dinheiro está numa mala de couro, que está enterrada no quintal da casa do meu primo Eurico, no nº400, da Rua 26, no bairro de Queens!&quot; O mafioso perguntou à advogada: - &quot;O que é que ele disse?&quot; A advogada respondeu: - &quot;Ele disse que não tem medo de paneleiros e que você não tem tomates para puxar o gatilho.&quot; (Isto é que é uma Advogada amiga!!!)...</description>
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<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 17:14:44 -0200</pubDate>
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<title>&quot;O Factor Vara&quot;... por Miguel Sousa Tavares</title>
<description>&quot;O Factor Vara&quot;... por Miguel Sousa Tavares (que não tirou a licenciatura ao domingo, mas fez a pós-graduação antes da licenciatura) Toda a &apos;carreira&apos;, se assim lhe podemos chamar, de Armando Vara, é uma história que, quando não possa ser explicada pelo mérito (o que, aparentemente, é regra), tem de ser levada à conta da sorte. Uma sorte extraordinária. Teve a sorte de, ainda bem novo, ter sentido uma irresistível vocação de militante socialista, que para sempre lhe mudaria o destino traçado de humilde empregado bancário da CGD lá na terra. Teve o mérito de ter dedicado vinte anos da sua vida ao exaltante trabalho político no PS, cimentando um currículo de que, todavia, a nação não conhece, em tantos anos de deputado ou dirigente político, acto, ideia ou obra que fique na memória. Culminou tão profícua carreira com o prestigiado cargo de ministro da Administração Interna - em cuja pasta congeminou a genial ideia de transformar as directorias e as próprias funções do Ministério em Fundações, de direito privado e dinheiros públicos. Um ovo de Colombo que, como seria fácil de prever, conduziria à multiplicação de despesa e de &quot;tachos&quot; a distribuir pela &quot;gente de bem&quot; do costume. Injustamente, a ideia causou escândalo público, motivou a irritação de Jorge Sampaio e forçou Guterres a dispensar os seus dedicados serviços. E assim acabou - &quot;voluntariamente&quot;, como diz o próprio - a sua fase de dedicação à causa pública. Emergiu, vinte anos depois, no seu guardado lugar de funcionário da CGD, mas agora promovido por antiguidade ao lugar de director, com a misteriosa pasta da &quot;segurança&quot;. E assim se manteve um par de anos, até aparecer também subitamente licenciado em Relações Qualquer Coisa por uma também súbita Universidade, entretanto fechada por ostensiva fraude académica. Poucos dias após a obtenção do &quot;canudo&quot;, o agora dr. Armado Vara viu-se promovido - por mérito, certamente, e por nomeação política, inevitavelmente - ao lugar de administrador da CGD: assim nasceu um banqueiro. Mas a sua sorte não acabou aí: ainda não tinha aquecido o lugar no banco público, e rebentava a barraca do BCP, proporcionando ao Governo socialista a extraordinária oportunidade de domesticar o maior banco privado do país, sem sequer ter de o nacionalizar, limitando-se a nomear os seus escolhidos para a administração, em lugar dos desacreditados administradores de &quot;sucesso&quot;. A escolha caiu em Santos Ferreira, presidente da CGD, que para lá levou dois...</description>
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<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 13:08:16 -0200</pubDate>
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<title>PARA PENSAR</title>
<description>Recebi este texto por e-mail, e acho que vale a pena meditar sobre ele Penso que o Senhor tem razão por muito que custe a alguns &quot;iluminados&quot; que por aí andam Professor Medina Carreira Nota: O Professor Medina Carreira, um dos mais capacitados economistas portugueses, sempre que fala, deixa o País a reflectir, estupefacto. Aqui deixamos a síntese de uma das últimas entrevistas que concedeu. A não perder. &quot;Vocês, comunicação social, o que dão é esta conversa de «inflação menos 1 ponto», o «crescimento 0,1 em vez de 0,6»... Se as pessoas soubessem o que é 0,1 de crescimento, que é um café por português de 3 em 3 dias... Portanto andamos a discutir um café de 3 em 3 dias...mas é sem açúcar&quot; &quot;Eu não sou candidato a nada, e por conseguinte não quero ser popular. Eu não quero é enganar os portugueses. Nem digo mal por prazer, nem quero ser «popularucho» porque não dependo do aparelho político!&quot; &quot;Ainda há dias eu estava num supermercado, numa bicha para pagar, e estava uma rapariga de umbigo de fora com umas garrafas, e em vez de multiplicar «6x3=18», contava com os dedos: 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7... Isto não é ensino...é falta de ensino, é uma treta! É o futuro que está em causa!&quot; &quot;Os números são fatais. Dos números ninguém se livra, mesmo que não goste. Uma economia que em cada 3 anos dos últimos 27, cresceu 1%...esta economia não resiste num país europeu.&quot; &quot;Quem anda a viver da política para tratar da sua vida, não se pode esperar coisa nenhuma. A causa pública exige entrega e desinteresse.&quot; &quot;Se nós já estamos ultra-endividados, faz algum sentido ir gastar este dinheiro todo em coisas que não são estritamente indispensáveis? P&apos;rá gente ir para o Porto ou para Badajoz mais depressa 20 minutos? Acha que sim? A aviação está a sofrer uma reconversão, vamos agora fazer um aeroporto, se calhar não era melhor aproveitar a Portela? Quer dizer, isto está tudo louco?&quot; &quot;Eu por mim estou convencido que não se faz nada para pôr a Justiça a funcionar porque a classe política tem medo de ser apanhada na rede da Justiça. É uma desconfiança que eu tenho. E então, quanto mais complicado aquilo for...&quot; &quot;Nós tivemos nos últimos 10-12 anos 4 Primeiros-Ministros: -Um desapareceu; -O outro arranjou um melhor emprego em Bruxelas, foi-se embora; -O outro foi mandado embora pelo...</description>
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<pubDate>Tue, 27 Oct 2009 10:03:18 -0200</pubDate>
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<title>CARTA DE UMA MÃE ALENTEJANA</title>
<description>CARTA DE UMA MÃE ALENTEJANA Mê querido filho, Ponho-te estas poucas linhas que é para saberes que tôu viva. Escrevo devagar porque sei que não gostas de ler depressa. Se receberes esta carta, é porque chegou. Se ela não chegar, avisa-me que eu mando outra. O tê pai leu no jornal que a maioria dos acidentes ocorrem a 1 km de casa. Por isso, mudámo-nos pra mais longe. Sobre o casaco que querias, o tê tio disse que seria muito caro mandar-to pelo correio por causa dos botões de ferro que pesam muito. Assim, arranquei os botões e meti-os no bolso. Quando chegar aí prega-os de novo. No outro dia, houve uma explosão na botija de gás aqui na cozinha. O pai e eu fomos atirados pelo ar e caímos fora de casa. Que emoção: foi a primeira vez em muitos anos que o tê pai e eu saímos juntos. Sobre o nosso cão, o Joli, anteontem foi atropelado e tiveram de lhe cortar o rabo, por isso toma cuidado quando atravessares a rua. Na semana passada, o médico veio visitar-me e colocou na minha boca um tubo de vidro. Disse para ficar com ele por duas horas sem falar. O tê Pai ofereceu-se para comprar o tubo. Tua irmã Maria vai ser mãe, mas ainda não sabemos se é menino ou menina. Portanto, nã sei se vais ser tio ou tia. O tê mano Antóino deu-me hoje muito trabalho. Fechou o carro e deixou as chaves lá dentro. Tive de ir a casa, pegar a suplente para a abrir. Por sorte, cheguei antes de começar a chuva, pois a capota estava em baixo. Se vires a Dona Esmeralda, diz-lhe que mando lembranças. Se nã a vires, nã digas nada. Tua Mãe Mariana PS: Era para te mandar os 100 euros que me pediste, mas quando me lembrei já tinha fechado o envelope. (anda na net)...</description>
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<pubDate>Sun, 25 Oct 2009 16:36:47 -0200</pubDate>
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<title>Escrito sem &quot;A&quot;</title>
<description>Escrito sem &quot;A&quot; Observação: Este texto não contém a letra &quot;A&quot; É possível sim. Sem nenhum tropeço posso escrever o que quiser sem ele, pois rico é o português e fértil em recursos diversos, tudo isso permitindo mesmo o que de início, e somente de início, se pode ter como impossível. Pode-se dizer tudo, com sentido completo, mesmo sendo como se isto fosse mero ovo de Colombo. Desde que se tente sem se pôr inibido, pode muito bem o leitor empreender este belo exercício, dentro do nosso fecundo e peregrino dizer português, puríssimo instrumento dos nossos melhores escritores e mestres do verso, instrumento que nos legou monumentos dignos de eterno e honroso reconhecimento Trechos difíceis se resolvem com sinônimos. Observe-se bem: é certo que, em se querendo esgrime-se sem limites com este divertimento instrutivo. Brinque-se mesmo com tudo. É um belíssimo esporte do intelecto, pois escrevemos o que quisermos sem o &quot;E&quot; ou sem o &quot;I&quot; ou sem o &quot;O&quot; e, conforme meu exclusivo desejo, escolherei outro, discorrendo livremente, por exemplo sem o &quot;P&quot;, &quot;R&quot; ou &quot;F&quot;, o que quiser escolher, podemos, em corrente estilo, repetir um som sempre ou mesmo escrever sem verbos. Com o concurso de termos escolhidos, isso pode ir longe, escrevendo-se todo um discurso, um conto ou um livro inteiro sobre o que o leitor melhor preferir. Porém mesmo sem o uso pernóstico dos termos difíceis, muito e muito se prossegue do mesmo modo, discorrendo sobre o objeto escolhido, sem impedimentos. Deploro sempre ver moços deste século inconscientemente esquecerem e oprimirem nosso português, hoje culto e belo, querendo substituí-lo pelo inglês. Por que? Cultivemos nosso polifônico e fecundo verbo, doce e melodioso, porém incisivo e forte, messe de luminosos estilos, voz de muitos povos, escrínio de belos versos e de imenso porte, ninho de cisnes e de condores. Honremos o que é nosso, ó moços estudiosos, escritores e professores. Honremos o digníssimo modo de dizer que nos legou um povo humilde, porém viril e cheio de sentimentos estéticos, pugilo de heróis e de nobres descobridores de mundos novos. Autor: Desconhecido...</description>
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<pubDate>Sat, 24 Oct 2009 21:09:42 -0200</pubDate>
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<title>1º PRESIDENTE fcporto - 1906</title>
<description>Para quem gosta de dizer mentiras para ver se passa a verdade aqui deixo o 1º Presidente do fcporto em 1906 José Monteiro da costa, e as capas dos livros que contam a história do fcporto cuja a sua fundação foi em 1906 Este foi o 1º Presidente do fcporto cuja sua fundação foi em 1906 Não vale a pena andarem a mentir, porque o Fcporto começou em 1906 essa de andarem a vencer desde 1892 é uma treta, . Ainda vão espalhar que foi D. Afonso Henriques o fundador do clube regional em 1128 quando bateu na mãe...</description>
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<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 17:08:17 -0200</pubDate>
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<title>AS VERDADES DETURPADAS DA HISTÓRIA DO BENFICA</title>
<description>AS VERDADES DETURPADAS DA HISTÓRIA DO BENFICA O Benfica é muitas vezes alvo de ataques com episódios ocorridos há várias décadas e que, de tantas vezes repetidos, tentam que passem a verdadeiros. No sentido de informar os benfiquistas do que realmente se passou até 2007, e para que se possam defender desses ataques, referiremos vários destes casos, sugerindo a todos que imprimam os textos e os guardem e distribuam por outros benfiquistas. A bem da verdadeira história do Sport Lisboa e Benfica que muitos pretendem deturpar. Caso Inocêncio Calabote Os 31 títulos nacionais O Benfica nasceu em 1904 O Benfica, a democracia e o Estado Novo O número de benfiquistas no Mundo Campeão dos campeões também nas modalidades Sabia que? CASO-INOCÊNCIO CALABOTE OU UMA MENTIRA MUITAS VEZES REPETIDA… • Onde se recorda a célebre arbitragem do Benfica-Cuf (7-1) da última jornada do campeonato de 1958/59 (ganho pelo FC Porto), jogo que, diz-se agora, o árbitro terá prolongado por dez minutos, à espera de um golo que daria o título ao Benfica. Nem o Benfica ganhou esse campeonato, nem o jogo demorou tanto: O árbitro deu não mais de três a quatro minutos de descontos, plenamente justificados pelas constantes perdas de tempo dos jogadores adversários. Basta reler os jornais da época… Desde os anos oitenta, quando se acentuou o domínio do FC Porto sobre a arbitragem nacional, culminado, duas décadas depois, com a tardia “Operação Apito Dourado”, passou a ouvir falar-se muito no antigo árbitro Inocêncio Calabote e nos favores que teria feito ao Benfica num célebre jogo com a Cuf na última jornada do Campeonato Nacional de 1958/59 (22 de Março), terminado com o resultado de 7-1 e que teria tido, no dizer de quantos o recordam agora, dez minutos a mais, dados pelo árbitro à espera que o Benfica marcasse mais um golo que lhe daria o título. Nada mais falso. Quando se chegou à 26ª e última jornada deste campeonato, marcado por inúmeros casos (ver texto à parte), FC Porto e Benfica estavam igualados em pontos e na primeira fórmula de desempate, já que haviam empatado os dois jogos entre ambos. O FC Porto tinha então uma vantagem de quatro golos na diferença total entre tentos marcados e sofridos, pelo que tudo se iria decidir na última jornada, nos jogos Torreense-FC Porto e Benfica-Cuf. Apesar de uma e outra destas equipas estarem em perigo de descer de divisão...</description>
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<pubDate>Wed, 21 Oct 2009 20:35:34 -0200</pubDate>
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<title>CUBA DE FIDEL - A LIBERDADE</title>
<description>CUBA DE FIDEL - A LIBERDADE A LIBERDADE COMEÇO A ESTAR FARTO DO CAPITALISMO SELVAGEM E DA MANEIRA COMO A &quot;JUSTIÇA&quot; TRATA AQUELES QUE ASSALTAM OS BANCOS POR DENTRO. O ESTADO ESTÁ A METER MILHÕES NOS BANCOS PARA TAPAR OS BURACOS. É UM ABUSO DE CONFIANÇA POIS O DINHEIRO NÃO É DOS POLÍTICOS E NÃO ESTAVA PREVISTO NO ORÇAMENTO ESTA UTILIZAÇÃO DO DINHEIRO DO POVO, O QUE É ILEGAL, POIS OS POLÍTICOS NÃO PODEM FAZER DESPESAS NÃO ORÇAMENTADAS E O ORÇAMENTO TEM DE SER APROVADO NA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA. “Esta noite milhões de crianças dormirão na rua, mas nenhuma delas é cubana” Fidel Castro Cuba, onde as crianças não têm acesso a Play Stations (pelo menos com facilidade). Nem se sentem inferiorizadas por não vestirem roupas de marca. Onde os supermercados não apresentam 60 marcas de manteiga diferentes. E a TV não mente a publicitar que os Danoninhos ajudam as crianças acrescer . Os carros de luxo não abundam . Nem as malinhas Louis Vuitton. Mas têm, talvez, o mais avançado sistema de saúde de todo o planeta. E um sistema de ensino ímpar, em que os professores ensinam e os alunos aprendem, com rigor e disciplina, onde não há lugar para Escolas Novas, estatísticas aldrabadas, pseudo-universidades e Novas Oportunidades da treta. E pleno emprego . E as ruas seguras, livres de criminalidade e de drogados. Invejo, aos Cubanos, a falta de liberdade : Falta de liberdade para assaltarem idosos e crianças. Falta de liberdade para agredirem professores dentro das escolas. Falta de liberdade para dispararem contra polícias. Falta de liberdade para desrespeitarem o seu semelhante. Falta de liberdade para os políticos corruptos que enriquecem à sombra do erário público. Cuba, onde tantas coisas faltam, principalmente as supérfluas, as inventadas pelo capital na sua necessidade de se reproduzir. Mas onde abundam a solidariedade, a fraternidade e, principalmente, a humanidade. JÁ METE NOJO… ISSO MESMO, NOJO… ESTA LIBERDADE Á PORTUGUESA. (BPN, BPP, FREEPORT, ORDENADOS CHORUDOS DOS POLITICOS, SUBMARINOS… ETC… ETC.) QUERO AQUI UMA ILHA .... (este texto recebi por mail, e acho que merece ser publicado)...</description>
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<pubDate>Thu, 08 Oct 2009 16:50:09 -0200</pubDate>
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<title>DISCURSO PARA TODOS</title>
<description>A ESTRANHA BELEZA DA LÍNGUA PORTUGUESA Este texto é dos melhores registos de língua portuguesa que eu tenho lido sobre a nossa digníssima &apos;língua de Camões&apos;, a tal que tem fama de ser pérfida, infiel ou traiçoeira. Um político que estava em plena campanha chegou a uma pequena cidade, subiu para o palanque e começou o discurso: - Compatriotas, companheiros, amigos! Encontramo-nos aqui, convocados, reunidos ou juntos para debater, tratar ou discutir um tópico, tema ou assunto, o qual me parece transcendente, importante ou de vida ou morte. O tópico, tema ou assunto que hoje nos convoca, reúne ou junta é a minha postulação, aspiração ou candidatura a Presidente da Câmara deste Município. De repente, uma pessoa do público pergunta: - Ouça lá, porque é que o senhor utiliza sempre três palavras, para dizer a mesma coisa? O candidato respondeu: - Pois veja, meu senhor: a primeira palavra é para pessoas com nível cultural muito alto, como intelectuais em geral; a segunda é para pessoas com um nível cultural médio, como o senhor e a maioria dos que estão aqui; A terceira palavra é para pessoas que têm um nível cultural muito baixo, pelo chão, digamos, como aquele alcoólico, ali deitado na esquina. De imediato, o alcoólico levanta-se a cambalear e &apos;atira&apos;: - Senhor postulante, aspirante ou candidato: (hic) o facto, circunstância ou razão pela qual me encontro num estado etílico, alcoolizado ou mamado (hic), não implica, significa, ou quer dizer que o meu nível (hic) cultural seja ínfimo, baixo ou mesmo rasca (hic). E com todo a reverência, estima ou respeito que o senhor me merece (hic)pode ir agrupando, reunindo ou juntando (hic) os seus haveres, coisas ou bagulhos (hic) e encaminhar-se, dirigir-se ou ir direitinho (hic) à leviana da sua progenitora, à mundana da sua mãe biológica ou à puta que o pariu! ops... (anda na net)...</description>
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<pubDate>Tue, 06 Oct 2009 16:43:02 -0200</pubDate>
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<title>KEA - Ricardo Araújo no seu melhor!!!</title>
<description>IKEA - Ricardo Araújo no seu melhor!!! Não digo que os móveis do IKEA não sejam baratos. O que digo é que não são móveis. Na altura em que os compramos, são um puzzle. Aquestão, portanto, é saber se o IKEA vende móveis baratos ou puzzles caros. Os problemas dos clientes do IKEA começam no nome da loja. Diz-se «Iqueia» ou «I quê à»? E é «o» IKEA ou «a» IKEA»? São ambiguidades que me deixam indisposto. Não saber a pronúncia correcta do nome da loja em que me encontro inquieta-me. E desconhecer o género a que pertence gera em mim uma insegurança que me inferioriza perante os funcionários. Receio que eles percebam, pelo meu comportamento, que julgo estar no «I quê à», quando, para eles, é evidente que estou na «Iqueia». As dificuldades, porém, não são apenas semânticas mas também conceptuais. Toda a gente está convencida de que o IKEA vende móveis baratos, o que não é exactamente verdadeiro. O IKEA vende pilhas de tábuas e molhos de parafusos que, se tudo correr bem e Deus ajudar, depois de algum esforço hão-de transformar-se em móveis baratos. É uma espécie de Lego para adultos. Há dias, comprei no IKEA um móvel chamado Besta. Achei que combinava bem com a minha personalidade. Todo o material de que eu precisava e que tinha de levar até à caixa de pagamento pesava seiscentos quilos. Percebi melhor o nome do móvel. É preciso vir ao IKEA com uma besta de carga para carregar a tralha toda até à registadora. Este é um dos meus conselhos aos clientes do IKEA: não vá para lá sem duas ou três mulas. Eu alombei com a meia tonelada. O que poupei nos móveis, gastei no ortopedista. Neste momento, tenho doze estantes e três hérnias. É claro que há aspectos positivos: as tábuas já vêm cortadas, o que é melhor do que nada. O IKEA não obriga os clientes a irem para a floresta cortar as árvores, embora por vezes se sinta que não faltará muito para que isso aconteça. Num futuro próximo, é possível que, a comprar um móvel, o cliente receba um machado, um serrote e um mapa de determinado bosque na Suécia onde o IKEA tem dois ou três carvalhos debaixo de olho que considera terem potencial para se transformarem numa mesa-de-cabeceira engraçada. Por outro lado, há problemas de solução difícil. Os móveis que comprei chegaram...</description>
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<pubDate>Tue, 29 Sep 2009 14:01:25 -0200</pubDate>
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<title>ASSIM SE GANHA(RA)M CAMPEONATOS 35 anos depois</title>
<description>ASSIM SE GANHA(RA)M CAMPEONATOS 35 depois ... A CONFISSÃO!!! &quot;Meti a bola lá dentro e pirei-me para trás do bandeirinha&quot; Muitos ainda escrevem que o golo foi «limpo», alguns acreditam nisso. Quase 35 anos depois, o verdadeiro autor do golo do nevoeiro, num célebre FC Porto-Sporting, José Maria Ferreira de Matos, explicou ao jornal Sporting como tudo aconteceu naquela tarde de nevoeiro. Actualmente a trabalhar em Lisboa, o ex-apanha-bolas da formação «azul e branca» e árbitro amador, mostrou-se arrependido pelo seu acto irreflectido. JORNAL SPORTING – De que se lembra desse dia? JOSÉ MARIA FERREIRA DE MATOS – Lembro-me do intenso nevoeiro que estava. Antes do jogo, o «chefe» dos apanha-bolas, o Valter Leitão, distribuiu-nos pelo campo e mandou-me para trás da baliza. Recordo-me que o Sporting começou a ganhar. Na segunda parte, a vantagem continuava do Sporting, mas nunca pensei em fazer o que acabaria por fazer. Eu era conhecido pelas asneiras que fazia, mas também nunca ninguém pensou que fizesse o que fiz. – Como foi o lance? – Não sei bem como a bola chegou a mim, mas sei que ela veio ter comigo e vi o Gomes a pôr as mãos na cabeça. Sem pensar, dei uns passos e fui até ao canto da baliza, meti a bola lá dentro e fugi para o mais longe possível. Então, vejo o Damas a ralhar comigo, mas eu pirei-me para trás do ‘bandeirinha’; ele já tinha a bandeirola no ar a assinalar o golo. Foi quando os jogadores do Sporting correram para o árbitro, a reclamar. Aí o juiz, que julgo não ter visto bem o lance, começou a mostrar cartões. – Porque razão meteu a bola na baliza? – Foi tudo muito rápido. O FC Porto estava a perder, a bola estava na minha mão e então pensei: vou metê-la lá para dentro e vou-me pirar. Foi um daqueles momentos em que se faz, ou não se faz; optei por fazer e já não dava para voltar atrás. Aconteceu numa fracção de segundo. – Depois de meter o golo, o que pensou? – Eu só queria que não me «topassem». Felizmente, ou infelizmente, o árbitro marcou e eu saí impune. Tenho pena do Damas, que não teve culpa nenhuma e sofreu um golo ilegal. – E se visse o árbitro desse encontro? – Não sei… Gostava de estar com ele para lhe confessar que fui mesmo eu...</description>
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<pubDate>Thu, 17 Sep 2009 17:38:27 -0200</pubDate>
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<title>SENTENÇA PROFERIDA EM 1487 NO PROCESSO CONTRA O PRIOR DE TRANCOSO</title>
<description>Arquivo Nacional da Torre do Tombo - JUSTIÇA PRAGMÁTICA ! SENTENÇA PROFERIDA EM 1487 NO PROCESSO CONTRA O PRIOR DE TRANCOSO (Autos arquivados na Torre do Tombo, Armário 5, Maço 7) &quot;Padre Francisco da Costa, prior de Trancoso, de idade de sessenta e dois anos, será degredado de suas ordens e arrastado pelas ruas públicas nos rabos dos cavalos, esquartejado o seu corpo e postos os quartos, cabeça e mãos em diferentes distritos, pelo crime que foi arguido e que ele mesmo não contrariou, sendo acusado de: ...ter dormido com vinte e nove afilhadas e tendo delas noventa e sete filhas e trinta e sete filhos; de cinco irmãs teve dezoito filhas; de nove comadres trinta e oito filhos e dezoito filhas; de sete amas teve vinte e nove filhos e cinco filhas; de duas escravas teve vinte e um filhos e sete filhas; dormiu com uma tia, chamada Ana da Cunha, de quem teve três filhas, da própria mãe teve dois filhos. Total: duzentos e noventa e nove filhos, sendo duzentos e catorze do sexo feminino e oitenta e cinco do sexo masculino... .... tendo concebido em cinquenta e três mulheres&quot;. Porém &quot;El-Rei D. João II lhe perdoou a morte e o mandou pôr em liberdade aos dezassete dias do mês de Março de 1487, com o fundamento de ajudar a povoar aquela região da Beira Alta, tão despovoada ao tempo, e mandou arquivar os papéis da condenação.&quot; O padre era danado!!!!!!...</description>
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<pubDate>Thu, 10 Sep 2009 20:03:29 -0200</pubDate>
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